PowerVizion Labs
Experimentos e recursos em prévia da PowerVizion, com notas técnicas sobre handoff entre agentes, guardrails, MCP Brasil, Flows no WhatsApp e mais.
- Flows no WhatsApp: um fluxo ativo responde seus contatos — Um flow desenhado no Flow Canvas pode responder mensagens reais de WhatsApp. Veja como o motor funciona, quais nós já rodam sozinhos e o que ainda não roda.
- MCP Brasil: contexto fiscal, agro e jurídico para a ELISA — A ELISA consulta CNPJ, cotações do agro e processos judiciais por servidores MCP. Veja como a conexão funciona, as consultas disponíveis e o que ficou de fora.
- Extensão de navegador: converse com os agentes sobre a aba aberta — Um painel lateral no Chrome e no Edge leva Victor, DAISY e ELISA para a página que você está lendo. Veja o que a extensão lê, como conecta à sua conta e o que ainda falta.
- PRIZM Live: entrevistas ao vivo assistidas por IA para R&S — O PRIZM Live transcreve a conversa e sugere, ao vivo, pontos de clareza e acordos. Veja como funciona na entrevista de R&S, o que a IA não faz e os limites da Prévia.
- Monitoramento contínuo: agentes que observam sem perguntar — Agentes que observam sinais sem esperar uma pergunta ainda estão em desenvolvimento. Veja as peças que já funcionam, como a aprovação entra no ciclo e o que falta.
- Cérebro conectado: Slack, Notion, Gmail e Drive como contexto — Você já pode cadastrar conexões com Slack, Notion, Gmail e Google Drive, mas a busca nelas ainda está em desenvolvimento. Veja o que o Cérebro pesquisa hoje e como cita.
- Handoff entre agentes: contexto obrigatório e como medi-lo — Quando um agente passa a conversa a outro, o que precisa ir junto? Veja o contrato de contexto, como ele é conferido a cada troca e onde a verificação ainda é limitada.
- Observabilidade de handoffs: quem acionou quem e em quanto tempo — A tela de Observabilidade lista cada troca entre agentes, mostra se o contexto veio completo e calcula a saúde de cada par nas últimas 24 horas. Veja como ler cada campo.
- Guardrails no servidor: bloquear antes de a mensagem ir ao modelo — Por que aplicar a política de IA no servidor, antes de o modelo ver a mensagem? Veja a ordem das checagens, o que o admin controla, o que fica auditado e os limites.
- Cartão de alterações propostas: o design da aprovação humana — Como pedir a decisão de uma pessoa sem virar ruído? Veja como o cartão de alterações propostas mostra o diff, registra a decisão e o que a aprovação ainda não faz.
- Turn-taking entre agentes: quem responde primeiro numa sala — Numa sala com Victor, DAISY e ELISA, só um agente responde a cada mensagem. Nota técnica sobre a regra de decisão, o motivo registrado e os limites atuais.
- MAP: DISC e Big Five com hipóteses e níveis de confiança — O MAP trata perfil comportamental como hipótese de conversa, não como veredito. Nota técnica sobre eixos, fórmulas de confiança, tetos e limites de uso.
- SEAS: excursões, cursos de ação e gêmeo digital em construção — O SEAS compara cursos de ação antes de a empresa decidir. Nota técnica honesta: o que já roda, o protótipo de simulação por agentes e o que ainda falta.
- LILITH: consolidação de memória institucional em segundo plano — A LILITH guarda e relata a memória da empresa. Nota técnica sobre o autoDream, a passagem em segundo plano que funde duplicatas, resolve contradições e poda.
- Flow Canvas por dentro: nós, arestas e o ramo de revisão humana — Como o Flow Canvas representa um processo: nós por papel, arestas animadas, ramos condicionais e a revisão humana. E o que roda sozinho de verdade, hoje.
- PMESII: organizando sinais externos em inteligência de negócio — Notícias e indicadores chegam soltos. O PMESII da PowerVizion os classifica em dimensões, pontua a relevância e mostra de onde cada dado veio.
- Custos de IA: como estimamos gasto a partir de tokens reais — Tokens são medidos; custo é estimado. Nota técnica sobre o painel Uso & Custos: o que vem do provedor, o que vem da tabela de preços e onde a estimativa pode errar.
- Chatbot embutível: segurança, slug e domínio restrito — Uma tag script coloca o assistente no seu site. Por baixo, há slug, lista de domínios, cabeçalhos de segurança e limite de uso. E um limite importante a conhecer.
- Agent Studio: por que um wizard de cinco passos para agentes — Criar um agente próprio é uma sequência de decisões. Nota de design sobre os cinco passos do Agent Studio, o que cada um controla e onde estão os limites.
- Agentes que admitem não saber: a abordagem anti-alucinação — Um agente que inventa é pior do que um agente que diz não saber. Nota técnica sobre as camadas da PowerVizion contra respostas sem fonte, e sobre o que elas não garantem.