RotaViva: por que 20 mm/h não significa o mesmo risco em todo o Rio
Por equipe PowerVizion · · 4 min de leitura · Clima
Resumo: O RotaViva não usa um limite único de chuva para o Rio inteiro. Cada estação tem um limite crítico calibrado pelo histórico de ocorrências do COR entre 2016 e 2026: cerca de 15 mm/h em áreas de encosta, 20 a 25 mm/h em áreas de malha densa e 35 a 40 mm/h em zonas planas.
O problema do limite único
Com um único limite, a cidade tem dois erros possíveis. Em áreas planas, o sistema alarma cedo demais. Em áreas de encosta, ele fica em silêncio quando já há risco.
- Falso positivo: alarme sem risco real.
- Falso negativo: silêncio com risco real.
Como a calibração funciona
Cada estação recebe um limite crítico baseado no histórico de ocorrências. Regiões como Rocinha, Alto da Boa Vista e Vidigal têm limite mais baixo; Jacarepaguá, Campo Grande e Santa Cruz, mais alto.
O modelo é heurístico e transparente: dá para ver o limite de cada estação e discutir se faz sentido.
O que isso muda na decisão
A mesma chuva gera classificações diferentes em lugares diferentes, o que reduz o ruído de alertas e aumenta a confiança de quem precisa agir.
Limites do método
Heurística não é previsão perfeita. Os limites devem ser revisados com novos dados e com a experiência das operadoras.
Perguntas frequentes
Os limites podem ser ajustados?
São parâmetros do módulo e podem ser revisados. Fale com a equipe para o seu caso.
O modelo é de machine learning?
O classificador de risco é heurístico, calibrado por histórico de ocorrências.
Evita todo falso alarme?
Não. Reduz, mas não elimina.
Preciso de cartão para testar?
Não. O teste grátis dura 7 dias e não exige cartão de crédito.
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