Como criar um agente personalizado no Agent Studio
Por equipe PowerVizion · · 5 min de leitura · Guias
Resumo: Criar um agente de IA personalizado na PowerVizion leva cinco passos no Agent Studio: Ponto de Partida, Identidade e Modelo, Plugins, Skills, e Perfil e Contexto. A PowerVizion é um sistema operacional cognitivo para empresas, e os agentes criados seguem a mesma regra dos demais: propõem e só agem depois da aprovação de uma pessoa.
O que é um agente personalizado e quando criar um?
Um agente personalizado é um assistente de IA configurado para uma tarefa ou área específica da sua empresa, com nome, tom, ferramentas e contexto próprios. Ele complementa os agentes nativos como Victor, DAISY, ELISA e LILITH.
Vale criar um quando a tarefa se repete e exige conhecimento do seu negócio, como triagem de solicitações internas ou apoio a um processo de compras.
Evite criar agentes genéricos demais. Um agente que tenta fazer de tudo costuma fazer tudo de forma mediana. Prefira um escopo estreito, com entradas e saídas claras, e crie outro agente quando a necessidade for diferente.
Como funciona o Agent Studio da PowerVizion?
O Agent Studio é um wizard de cinco passos. Em vez de um formulário gigante, você decide uma coisa por vez, e o resultado é um agente pronto para teste.
Você também pode testar a conversa antes de publicar, o que evita liberar para o time um agente que ainda não responde como esperado.
Esse formato também ajuda na revisão. Como cada passo tem um objetivo, fica fácil voltar e ajustar apenas o que está errado, sem recomeçar a configuração inteira.
Passos 1 e 2: ponto de partida e identidade
No primeiro passo você escolhe um template para começar rápido ou parte do zero. Templates economizam tempo quando a tarefa é comum.
No segundo passo você define nome, avatar, estilo e o modelo do agente. Os estilos de tom ajudam a alinhar a voz do agente à da sua empresa, mais formal ou mais direta.
Se o seu caso for parecido com um template existente, comece por ele e altere só o necessário. Se for muito específico, parta do zero e descreva com clareza o papel do agente.
Passos 3 e 4: plugins e skills
No passo de plugins você ativa as ferramentas que o agente pode usar por conversa. No passo de skills você anexa capacidades específicas, escolhidas entre as skills cadastradas no workspace.
Seja econômico. Dê ao agente só o que a tarefa exige. Menos acesso significa menos risco e propostas mais focadas.
Um exemplo ilustrativo: um agente de triagem de compras poderia ter uma skill de leitura de pedidos e um plugin de consulta a fornecedores, e nada além disso.
- Liste o que o agente precisa consultar
- Liste o que ele pode propor, sem executar
- Deixe de fora o que não é necessário
Passo 5: perfil e contexto, e depois o teste
O último passo reúne o perfil e o contexto do agente: para quem ele trabalha, quais regras segue e que conhecimento da empresa deve considerar. Aqui entram instruções claras e exemplos de bons resultados.
Antes de liberar o agente ao time, converse com ele. Faça perguntas difíceis, peça algo fora do escopo e veja se ele admite o que não sabe. Ajuste e teste de novo.
Um teste útil é pedir ao agente algo que ele não deveria fazer e observar a resposta. Um bom agente recusa ou pede esclarecimento, em vez de improvisar com segurança excessiva.
Como o agente personalizado respeita a governança?
Agentes criados no Agent Studio seguem as regras do workspace. Os guardrails aplicam instruções customizadas, termos bloqueados e limites de mensagens por usuário por dia, no servidor, a cada mensagem.
As chamadas ficam registradas por usuário, workspace e módulo, e entram no painel de Uso e Custos. Ações continuam dependendo de aprovação humana explícita.
Se o agente fizer parte de um fluxo, o Flow Canvas permite combiná-lo com os demais agentes e incluir uma revisão humana antes de qualquer execução.
Quais erros evitar ao criar um agente?
O erro mais comum é dar plugins e skills demais por precaução. Isso amplia o risco e confunde o agente. Outro é escrever um perfil vago, sem dizer o que o agente deve priorizar nem como deve tratar exceções.
Também vale evitar publicar sem teste e esquecer a manutenção. Revise o agente quando as regras da empresa mudarem e consulte o painel de Uso e Custos para ver se o consumo está de acordo com o esperado.
Registre na Wiki viva por que o agente foi criado, para quem e com quais limites. Esse registro ajuda a revisar o agente no futuro e evita criar duplicatas com o mesmo propósito.
Perguntas frequentes
Quantos passos tem o Agent Studio?
Cinco: Ponto de Partida, Identidade e Modelo, Plugins, Skills, e Perfil e Contexto.
Preciso saber programar para criar um agente?
Não. O wizard guia a criação sem código, com templates e estilos de tom prontos.
Posso testar o agente antes de liberar para o time?
Sim. O Agent Studio permite testar a conversa antes de publicar.
Um agente personalizado executa ações sozinho?
Não. Como os demais agentes da PowerVizion, ele propõe e a ação só ocorre após a aprovação de uma pessoa.
Posso mudar o agente depois de publicado?
Sim. Os agentes criados podem ser editados depois, por exemplo para ajustar instruções, ferramentas ou contexto quando as regras da empresa mudarem. Depois de uma mudança relevante, converse de novo com o agente para conferir o resultado.
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